AveSui 2020
27-Nov-2019 15:41
Sustentabilidade

Projeto aprovado facilita implantação de energia solar nas escolas e unidades de saúde de Fortaleza

Projetos aprovados por vereadores da capital cearense autorizam a Prefeitura de Fortaleza a fazer parcerias público-privadas com empresas interessadas em gerir a energia de escolas municipais e unidades de saúde.
 A energia solar deve ser uma das prioridades na concessão da implementação e da gestão da energia elétrica de escolas da rede municipal de ensino e das unidades de saúde da capital cearense. Projetos de lei aprovados nesta terça-feira (26) na Câmara Municipal de Fortaleza prevê Parceria Público Privada (PPP) para “implantação, gestão, operação e manutenção da geração de energia” distribuídas para estes equipamentos públicos, com duração de 25 anos.
“Nós vamos transformar as matrizes energéticas das nossas escolas e dos equipamentos de saúde na nossa cidade. Passaremos a utilizar energia limpa, que tem impactos positivos do ponto de vista ambiental, mas também vamos melhorar a capacidade de investimento da Prefeitura”, explica o líder do Governo na Câmara, vereador Ésio Feitosa (PDT). As propostas são de autoria do prefeito Roberto Cláudio (PDT) e a concessão deve ter um prazo de 25 anos de vigência.

Segundo a prefeitura, o objetivo da concessão é economizar 10% do custo atual de energia elétrica. Somando escolas e unidades de saúde, o valor da economia pode chegar a R$ 2,8 milhões. Além disso, a administração pública não terá mais os custos de manutenção da rede elétrica.
“Quem ganhar terá que fazer a instalação de placas solares nas unidades de saúde e de educação ou em usinas externa, de forma que garanta o fornecimento de energia limpa a rede. Também terá a obrigação de fazer a eficiência energética, gerando outra economia (para a Prefeitura) já que lâmpadas e equipamentos serão trocados por versões mais modernas e que consumam menos, além de ser responsável por todo o ônus de reposição”, explica o coordenador de PPPs da prefeitura, Rodrigo Nogueira
Entre vereadores da oposição ao prefeito, no entanto, a proposta foi vista com desconfiança. “A Prefeitura, nesse final de governo, parece que está querendo conceder tudo à iniciativa privada”, criticou o vereador Guilherme Sampaio (PT).
Ele questionou por que a própria Prefeitura não poderia instalar os painéis solares. “Seria mais barato, mais sustentável e não precisaria amarrar a Prefeitura por 25 anos a uma determinada empresa”.

A energia solar deve ser uma das prioridades na concessão da implementação e da gestão da energia elétrica de escolas da rede municipal de ensino e das unidades de saúde da capital cearense. Projetos de lei aprovados nesta terça-feira (26) na Câmara Municipal de Fortaleza prevê Parceria Público Privada (PPP) para “implantação, gestão, operação e manutenção da geração de energia” distribuídas para estes equipamentos públicos, com duração de 25 anos.
“Nós vamos transformar as matrizes energéticas das nossas escolas e dos equipamentos de saúde na nossa cidade. Passaremos a utilizar energia limpa, que tem impactos positivos do ponto de vista ambiental, mas também vamos melhorar a capacidade de investimento da Prefeitura”, explica o líder do Governo na Câmara, vereador Ésio Feitosa (PDT). As propostas são de autoria do prefeito Roberto Cláudio (PDT) e a concessão deve ter um prazo de 25 anos de vigência.

Segundo a prefeitura, o objetivo da concessão é economizar 10% do custo atual de energia elétrica. Somando escolas e unidades de saúde, o valor da economia pode chegar a R$ 2,8 milhões. Além disso, a administração pública não terá mais os custos de manutenção da rede elétrica.
“Quem ganhar terá que fazer a instalação de placas solares nas unidades de saúde e de educação ou em usinas externa, de forma que garanta o fornecimento de energia limpa a rede. Também terá a obrigação de fazer a eficiência energética, gerando outra economia (para a Prefeitura) já que lâmpadas e equipamentos serão trocados por versões mais modernas e que consumam menos, além de ser responsável por todo o ônus de reposição”, explica o coordenador de PPPs da prefeitura, Rodrigo Nogueira

Entre vereadores da oposição ao prefeito, no entanto, a proposta foi vista com desconfiança. “A Prefeitura, nesse final de governo, parece que está querendo conceder tudo à iniciativa privada”, criticou o vereador Guilherme Sampaio (PT).
Ele questionou por que a própria Prefeitura não poderia instalar os painéis solares. “Seria mais barato, mais sustentável e não precisaria amarrar a Prefeitura por 25 anos a uma determinada empresa”.

G1
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