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Agronegócio

Para Roberto Rodrigues falta coragem para o agronegócio crescer no Brasil

Globorural
09-Ago-2012 15:14 - Atualizado em 20/04/2016 14:43

O ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, afirmou que o Brasil precisa de coragem para adotar estratégias comerciais que aproveitem o espaço no mercado deixado pelos Estados Unidos com a quebra de sua safra, causada pela seca.

“Precisamos de acordos bilaterais com contratos a longo prazo”, disse Rodrigues no 8º Congresso Brasileiro de Marketing Rural e Agronegócio, que acontece durante a 2ª Agrinsumos & Induspec Expo&Business, em São Paulo (SP). Para ele, o último governo que adotou estratégias para o agronegócio foi o de Ernesto Geisel, há quase 40 anos (1974-1979).

O diretor da MB Agro, Alexandre Mendonça de Barros, também fez o alerta. Para ele, este é momento para testar todas as limitações do agronegócio brasileiro. Segundo os cálculos do diretor, os Estados Unidos produzirão apenas 260 milhões de toneladas de grãos (soja e milho) até o final de 2012. As projeções no início do ano apontavam um número próximo a 380 milhões de toneladas. “O momento é espetacular para a economia agrícola do país”, afirmou Alexandre.

Os países com frágeis sistemas de abastecimentos precisam garantir segurança alimentar. Porém, essa realidade traz desafios comerciais. De acordo com dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), entre 1990 e 2010, o valor em dólares das exportações brasileiras teve um crescimento de mais de 750%, passando de US$ 7 bilhões para quase US$ 60 bilhões. Já os Estados Unidos, o Japão, a China e o Oriente Médio apresentaram quedas acentuadas. “Nos próximos quatro anos, a China importará 50 milhões de toneladas de milho”, afirmou Rodrigues.

Já o mercado norte-americano precisará de novos fornecedores de milho para produzir etanol e alimentar porcos e aves. Roberto Rodrigues defende que em vez de o Brasil exportar o grão para os Estados Unidos, é preciso ser ousado e fechar acordos de exportação de produtos prontos. “Temos que exportar etanol e frango, de preferência embalado, com o selo de fabricado no Brasil", disse. "Podemos atrelar cláusulas nos novos contratos de exportação que beneficiem nossas vendas de suco de laranja”, completa o ex-ministro, ressaltando que o mau momento da citricultura atualmente.

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