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11-Out-2019 14:26
Europa

Energia eólica pode crescer 65% por ano até 2023

A capacidade pode chegar a 28 gigawatts até 2023 em relação aos 17 gigawatts em 2017, segundo a WindEurope

Resumo da Notícia

  • As instalações de energia eólica na Europa devem crescer cerca de 65% por ano até 2023 c
  • A capacidade pode chegar a 28 gigawatts até 2023 em relação aos 17 gigawatts em 2017, segundo a WindEurope.
  • A expansão reflete a queda das despesas associadas ao desenvolvimento de parques eólicos, acompanhando os menores custos de turbinas e de financiamento.

As instalações de energia eólica na Europa devem crescer cerca de 65% por ano até 2023 com a redução dos custos de montagem das turbinas, segundo uma associação do setor.

A capacidade pode chegar a 28 gigawatts até 2023 em relação aos 17 gigawatts em 2017, segundo a WindEurope. O setor mostrou expansão de 36% desde 2013 e, com o crescimento nos próximos anos, os investimentos acumulados vão totalizar 208 bilhões de euros no período (US$ 228 bilhões), informou o grupo.

A expansão reflete a queda das despesas associadas ao desenvolvimento de parques eólicos, acompanhando os menores custos de turbinas e de financiamento. Ainda assim, esse investimento pode ser ainda maior se os governos adotarem políticas para facilitar o desenvolvimento, afirmou o grupo em seu relatório anual divulgado na terça-feira.

O nível de expansão dependerá da capacidade dos governos de incentivar novos investimentos. O desenvolvimento eólico em terra na Alemanha, o maior mercado da Europa, estagnou nos últimos meses devido a atrasos no processo de licenciamento e depois que reguladores ofereceram muita capacidade a “grupos de cidadãos” com dificuldades financeiras em leilões.

Como resultado, as incorporadoras fizeram lances por uma menor quantidade do que a capacidade oferecida em leilões recentes do governo.

Enquanto o desenvolvimento eólico em terra desacelera na Alemanha, as instalações devem acelerar na Espanha, Suécia e Noruega. A energia eólica offshore também deve crescer no Reino Unido, Holanda e Alemanha.

 

Redação com informações Money Times
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