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Mudanças Climáticas

Empresas entregam ao ministro da Economia compromisso com o combate às mudanças climáticas

Documento, assinado por 112 companhias e 14 entidades empresariais, lista ações do setor e oportunidades para o Brasil ao adotar negócios sustentáveis e uma retomada verde

Redação
07-Out-2021 10:42

O CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) e os presidentes de sete empresas e duas entidades setoriais apresentaram nesta quarta-feira, 6 de outubro, ao ministro da Economia, Paulo Guedes, o posicionamento "Empresários pelo Clima", documento assinado por 112 empresas e 14 entidades setoriais no qual defendem uma economia de baixo carbono e assumem responsabilidades nessa transformação.

No encontro, o setor empresarial destacou as oportunidades geradas para o Brasil com negócios sustentáveis, como geração de emprego e renda, e como eles são essenciais para o país atingir sua meta de redução nas emissões de gases do efeito estufa. Os empresários também ressaltaram a importância do diálogo com o ministério e se colocaram à disposição para contribuir com a retomada verde da economia brasileira.

Além do CEBDS, estiveram presentes lideranças da Amcham Brasil e da ICC Brasil e das empresas Bayer, Bradesco, Ipiranga, Neoenergia, Shell Brasil, Suzano e Votorantim Cimentos.

A presidente do CEBDS, Marina Grossi, relatou ao ministro a representatividade do posicionamento "Empresários pelo Clima", demonstrando que o setor está unido no combate às mudanças climáticas. "São mais de 100 empresas e 14 entidades assumindo o compromisso de contribuir com o país no caminho para um desenvolvimento sustentável."

Marina também citou a importância de ter um mercado de carbono no Brasil. O CEBDS já desenvolveu modelos em parceria com o Ministério da Economia e o Banco Mundial e participou da redação atual do projeto de lei 528, que está em discussão na Câmara dos Deputados. "A criação de um mercado de carbono no Brasil é um caminho sem volta. É muito importante ver esse mecanismo implantado em nível nacional."

Na reunião, o presidente do Conselho de Administração da Amcham Brasil, Luiz Pretti, afirmou ao ministro que "o amplo apoio da liderança empresarial demonstra seu compromisso e desejo por ações efetivas e ambiciosas para assegurar ao Brasil um papel de protagonismo na agenda de sustentabilidade". A Amcham também foi representada pela CEO, Deborah Vieitas.

A diretora executiva da ICC Brasil, Gabriella Dorlhiac, destacou que o foco da conversa foi como a pauta ambiental também é importante para a economia, como mostra o estudo "Oportunidades para o Brasil em Mercados de Carbono", desenvolvido pela ICC. "Projetamos um potencial de geração de receitas de até US$ 100 bilhões até 2030, isso sem falar na possibilidade de criação de cerca de 8 milhões de empregos, atração de investimentos. Os CEOs fizeram questão de ressaltar a vantagem comparativa do Brasil em relação aos outros países no quesito ambiental e de sustentabilidade."

O posicionamento será agora entregue ao ministro das Relações Exteriores, Carlos França, no próximo dia 13. Com as pastas da Agricultura e do Meio Ambiente, as reuniões estão em fase de agendamento. O objetivo é dialogar com as principais áreas do governo envolvidas nas negociações para a Conferência do Clima (COP 26), que acontecerá em novembro, em Glasgow (Escócia).

Empresários pelo Clima

O posicionamento "Empresários pelo Clima" foi uma iniciativa capitaneada pelo CEBDS, em parceria com outras entidades empresariais, como a Amcham Brasil e a ICC Brasil. O documento foi assinado por afiliadas ao CEBDS e também por empresas não associadas, demonstrando a relevância do assunto. A lista de signatárias engloba setores como agronegócio, alimentício, aviação, elétrico, farmacêutico, finanças, infraestrutura, logística, papel e celulose, petroquímico, saúde, tecnologia, telefonia e varejo. Dessas 112 empresas, 46 publicam resultados financeiros, com uma receita líquida somada de R$ 951 bilhões em 2019.

Essas companhias já vêm adotando medidas para a redução e compensação das emissões de gases causadores do efeito estufa (GEE), precificação interna de carbono, descarbonização das operações e das cadeias de valor e estabelecimento de metas ambiciosas de neutralidade climática até 2050. Ou seja, essas empresas já têm aplicado práticas para transformar suas operações e reduzir seus impactos sobre o aquecimento global.

Dentre as medidas propostas no documento destaca-se o apoio à proposta de mercado de carbono regulado no Brasil. O tema está em discussão no Congresso Nacional e o setor privado gostaria de ver a iniciativa aprovada antes da Conferência sobre Mudanças Climáticas da Organização das Nações Unidas (COP 26), em novembro.

Confira o posicionamento com as assinaturas das empresas e entidades neste link.

 

 

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