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Empresa de Eike confirma parceria com alemã E.ON na área de energia

O Estado de São Paulo
11-Jan-2012 10:14 - Atualizado em 20/04/2016 14:42

A MPX Energia confirmou nesta quarta-feira, 11, que firmou um termo de compromisso com a alemã E.ON estabelecendo os principais termos e condições para a formação de uma joint venture. A participação de cada empresa no negócio será de 50%. Fontes já haviam adiantado o negócio à Reuters.
 
"A parceria entre a MPX e a E.ON deverá resultar na criação da maior empresa privada de energia do Brasil, objetivando atingir uma capacidade de geração total de 20 GW. A E.ON identificou o Brasil como uma região prioritária para futuros investimentos e selecionou a MPX como a empresa melhor posicionada para uma parceria que servirá como plataforma para capitalizar o alto crescimento projetado para o País", diz a MPX em fato relevante.

A MPX informa que irá levantar R$ 1 bilhão através de um aumento de capital no qual a E.ON deverá investir, em última instância, aproximadamente R$ 850 milhões para alcançar uma participação de 10% na companhia do grupo EBX, de Eike Batista.

O objetivo, segundo o fato relevante, é "alavancar as significativas complementaridades de ambas as companhias para acelerar o crescimento e desenvolver um negócio de energia maior e mais rentável no Brasil".

De acordo com o comunicado, a joint venture a ser formada entre MPX e E.ON será o único veículo de investimento para novos projetos de energia de ambas as companhias no Brasil e no Chile e será responsável pelo desenvolvimento, execução e operação de empreendimentos de energia térmica e renovável nestes países, além de todas as atividades de suprimento e comercialização.

"A MPX contribuirá à joint venture, a valor contábil, 50% da carteira de empreendimentos térmicos sem contrato de compra e venda de energia e, adicionalmente, no caso do projeto do Açu, a E.ON terá uma opção de compra em nome da joint venture de uma participação adicional de 38,9%, permitindo assim que cada um dos sócios alcance uma participação econômica de 50% no projeto", explica a MPX, no fato relevante. Também farão parte do negócio 100% das atividades de suprimento e comercialização da MPX e 100% dos projetos de energia renovável da companhia brasileira.

A MPX informa ainda que, além dos 50% remanescentes da atual carteira de projetos térmicos, a MPX irá manter sua participação atual nos empreendimentos de geração com energia contratada, atualmente em operação e construção - as usinas Energia Pecém, Pécem II, Itaqui, Parnaíba e Amapari, assim como nas concessões de gás natural na Bacia do Parnaíba, detidas através da coligada OGX Maranhão Petróleo e Gás, com recursos prospectivos riscados superiores a 11 Tcf (trilhões de pés cúbicos), e na mina de carvão de Seival.

"De forma a permitir que a joint venture acelere a implementação de sua carteira de projetos, E.ON e MPX irão, caso a caso, analisar a possibilidade de pré-financiamento pela E.ON da porção de capital próprio da MPX nos projetos implementados pela joint venture", acrescenta a companhia brasileira.

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