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Economia

Brasil tem a 5ª melhor matriz energética do mundo, diz presidente da Firjan

O Globo
20-Jun-2012 09:05 - Atualizado em 20/04/2016 14:43

O presidente da Firjan, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, divulgou nesta terça-feira, no Forte de Copacabana, um estudo que indica que o Brasil está em quinto lugar do mundo no ranking dos países com melhor matriz energética. O Brasil lança na atmosfera apenas 60,6 toneladas de CO2 equivalente por cada megawatt-hora de energia produzida, cifra dez vezes menor do que a média mundial. Ele afirmou, no entanto, que o megawatt-hora nacional ainda está entre os mais caros do mundo.

"Fizemos um trabalho com 27 países e descobrimos que ainda estamos na rabeira, na 24ª posição em termos de tarifa. Os países desenvolvidos pagam R$ 215 por megawatt hora, os outros Brics, R$ 140. O Brasil paga R$ 329! Tirando impostos, que representa metade da tarifa, ainda ficam R$ 165!"

O diretor do Departamento de Infraestrutura da Fiesp, Carlos Cavalcanti, pediu força política ao ministro das Minas e Energia, Edson Lobão, também presente na mesa sobre energia renovável, para fazer do Brasil um exemplo de matriz energética para todo o mundo.

"Enquanto o carvão emite na atmosfera 878 kg de CO2 equivalente por cada megawatt-hora de energia produzida, a hidrelétrica lança 6kg. Vale uma pausa para pensar nisso. Precisamos mostrar essa realidade ao mundo".

Transformando biomassa em energia

No mesmo evento, os ministros Edson Lobão Pepe Vargas (do Desenvolvimento Agrário) e o diretor de Itaipu, Jorge Samek, assinaram o protocolo de lançamento do Centro Internacional de Energias Renováveis (Cier-Biogás), no Paraná. O documento objetiva estimular a transformação da biomassa do estado em energia.

"O Paraná tem 2,3% do território nacional, mas 20% da produção agropecuária. A biomassa residual poderia ser um problema, mas vamos transformá-la em energia elétrica, térmica e veicular. Assim, o produtor local se abastece e ainda pode revender o excedente de sua energia".

O Cier-Biogás pretende ser um centro de estudos para toda a América Latina e tem o apoio da Onudi.

"A partir de agora, a agricultura não vai ser só a produção de alimentos. A biomassa residual vai virar energia e gerar renda", destacou Samek.

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